O processo de tomada de decisões da União Europeia envolve várias instituições europeias,nomeadamente o Conselho Europeu que define a direcção e as prioridades políticas gerais da UE mas não exerce funções legislativas. Em princípio, é a Comissão Europeia que propõe nova legislação, e são o Parlamento e o Conselho que a adotam. Seguidamente, os Estados-Membros e a Comissão põem-na em prática.

O Parlamento europeu tem três principais poderes, mas é principalmente o órgão legislativo da UE;
Legislativo-
Adota legislação, juntamente com o Conselho da UE, com base em propostas da Comissão Europeia;
Supervisivo-
Exerce o controlo democrático de todas as instituições da UE;
Elege o Presidente da Comissão e aprova a Comissão no seu todo; pode votar uma moção de censura, obrigando a Comissão a demitir-se;
Concede quitação, isto é, aprova a forma como o orçamento da UE é gasto;
Orçamental-
Define o orçamento da UE, juntamente com o Conselho;
Aprova o quadro financeiro plurianual da UE;

O Conselho Europeu, não confundir com Conselho da Europa que não é uma Instituição da UE, e para além disso o Conselho da Europa 47 membros e 6 observadores
O Conselho Europeu define as orientações e prioridades políticas gerais da UE. Não é uma das instituições legislativas da UE, pelo que não negoceia nem adota legislação da UE. Em vez disso, define a agenda política da UE, tradicionalmente com a adoção de "conclusões" durante as reuniões do Conselho Europeu, em que se identificam as questões candentes e as medidas a tomar.

A Comissão Europeia
A Comissão Europeia é o órgão executivo da UE, sendo politicamente independente. É responsável pela elaboração de propostas de novos atos(decisões e diretivas) legislativos europeus e pela execução das decisões do Parlamento Europeu e do Conselho da UE.

Os membros do Conselho Europeu são os Chefes de Estado ou de Governo dos 28 Estados-Membros da UE, o Presidente do Conselho Europeu e o Presidente da Comissão Europeia
O Conselho Europeu toma a maior parte das suas decisões por consenso. Contudo, em determinados casos específicos previstos nos tratados da UE, decide por unanimidade ou por maioria qualificada.




A necessidade de uma reforma destas instituições vem do aumento do numero de estados-membros, sucessivos alargamentos, da UE, com a entrada de países no união europeia, serão precisas mais políticas e será preciso reformar as antigas, inclusivo o Tratado de Lisboa veio trazer estas necessárias reformas pois elimina o antigo sistema de votação ponderada e prevê uma nova definição da maioria qualificada para a votação das decisões, ou seja, é necessário reformular os mecanismos de decisão quando mais Estados-Membros participam. Independentemente de serem mais ricos ou mais pobres, basta serem mais para ser mais difícil chegar a consensos, e então para evitar que a UE fique paralisada, mais matérias vão sendo decididas por maioria.





Fontes:
http://europa.eu/about-eu/institutions-bodies/council-eu/index_pt.htm
http://europa.eu/about-eu/institutions-bodies/european-commission/index_pt.htm
http://www.parleurop.pt/
https://pt.wikipedia.org/wiki
http://www.ore.org.pt/filesobservatorio/pdf/ComofuncionaaUniaoEuropeia.pdf
http://europedirect.aigmadeira.com/cms/wp-content/uploads/2013/04/Como-funciona-a-Uni%C3%A3o-Europeia.pdf


4 - Como esta história é muto complicada, com muitos asteriscos, e não é bem Economia, bastam estas ideias.